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A climatização de ambientes por não naturais é antiga, vem com certeza, do uso do fogo para aquecimento. A climatização de ambientes com controle de temperatura e umidade por sistemas mecânicos já é uma tecnologia centenária. Também antiga é preocupação com a impactação do ambiente construído sobre a saúde. Os romanos, com Vitrúvio, um século antes de Cristo nos deixaram instruções de como ventilar os ambientes de forma que não prejudiquem a saúde. A evolução do conhecimento e o desenvolvimento de novas tecnologias resultaram num conjunto de recomendações postas em normas, muitas vezes, que orientam a escolha dos sistemas a adotar, bem como o projeto, a instalação e a operação destes sistemas.

A últimas pandemias e ameaças de guerra biológica evidenciam a preocupação com os sistemas de climatização, no sentido de garantir ambientes saudáveis, além de confortáveis. Perguntas que surgem: o sistema de climatização funcionando é pior ou melhor em termos de controle de contaminação? Existem recursos para fazer com que um sistema de climatização diminua a probabilidade de contaminação? Existe algo que possa ser feito em termos de mitigação da transmissão aérea de doenças?

As organizações de classe da climatização, engenheiros, fabricantes, montadores, apressaram-se a emitir comunicados e recomendações para responder em parte às questões acima colocadas.

A recomendações emitidas são entretanto, tímidas no sentido de serem aproveitadas todas as tecnologias e recursos atualmente disponíveis.
O propósito da apresentação pretendida é efetuar uma varredura objetiva destes recursos, definindo e evidenciando o papel das tecnologias ativas, já em uso no mercado, como resposta completa a estes questionamentos.

Objetivos de Aprendizagem:

1-Conhecer a amplitude da Qualidade do Ar Interno;
2-Conhecer as técnicas passivas de controle da Qualidade do Ar Interno;
3-Conhecer as técnicas ativas de controle da Qualidade do Ar Interno;
4-Ter contato com recursos e demandas para aplicação eficaz das técnicas apresentadas.

Palestrante:

Ricardo Cherem de Abreu
Diretor Técnico, Dannenge International

DANNENGE INTERNATIONAL LLC – Diretor Técnico, a partir de 2017, atuando na área de engenharia de aplicação e suporte técnico a clientes, em produtos para Qualidade do Ar Interior;

DANNENGE SOLUÇÕES DE ENGENHARIA – Diretor Técnico, a partir de 2013, atuando na área de projeto, instalações, operação e manutenção de sistema de climatização;

CHEREM ENGENHARIA – Responsável Técnico, a partir de 1987, atuando na área de projeto de sistemas de conforto ambiental: climatização, controle e qualificação acústica. Responsável técnico por mais de mil projetos e trabalhos de consultoria em trinta anos de atividade;

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA: professor assistente nos departamentos de Engenharia Mecânica (1976 a 1979) e Arquitetura e Urbanismo (1981 a 1988) responsável pelas disciplinas: Refrigeração e Ar Condicionado, Conforto Ambiental, Acústica Arquitetônica e Higiene das Habitações.